Backlog — lista ordenada de todo o trabalho de um produto, expressa em forma de histórias (Ch 5).
Contrato de risco/recompensa compartilhado — modelo de aquisição em que comprador e fornecedor dividem risco e benefício do resultado, em vez de transferir todo o risco pra um lado (Ch 6).
Definição de Preparado (DoR) — critérios que uma história precisa cumprir pra entrar numa iteração (Ch 5).
Definição de Pronto (DoD) — critérios que definem quando uma história/entrega está de fato concluída, incluindo critérios de aceitação (Ch 5).
Diagrama de fluxo cumulativo — visualização do trabalho em andamento (WIP) por etapa do fluxo; faixas que engordam sinalizam gargalo (Ch 5).
Estimativa relativa — estimar o tamanho de uma história comparando-a com outras já conhecidas, em vez de estimar em tempo absoluto (Ch 5).
Facilitador da equipe — papel de liderança servidora em times ágeis (pode se chamar Scrum Master, coach, líder de equipe) que remove impedimentos e facilita processo (Ch 4).
I-shaped (pessoa) — profundidade numa especialidade só, com pouca amplitude fora dela (Ch 4).
Lead time — tempo total do momento em que um item entra no quadro até ser entregue (Ch 5).
Liderança servidora — liderar servindo às necessidades da equipe pra que ela tenha o melhor desempenho possível, em vez de coordenar centralmente (Ch 4).
Mapeamento de impacto — técnica de planejamento que conecta objetivos de negócio a funcionalidades do produto (Ch 5, Ch 12).
Método Kanban — sistema puxado, sem timeboxes obrigatórios, que visualiza fluxo e limita trabalho em andamento (Ch 10).
Mentalidade ágil — a incorporação dos 4 valores e 12 princípios do Manifesto Ágil, da qual as práticas concretas são só a manifestação (Ch 2).
Minicascata — armadilha em que a equipe faz todos os requisitos, depois todo o design, depois toda a construção dentro de uma única iteração, perdendo a vantagem de aprender cedo (Ch 4).
Projeto "melancia" — status reportado verde por fora mas vermelho por dentro; sintoma de medição preditiva que não reflete a realidade (Ch 5).
Retrospectiva — prática de reflexão da equipe sobre processo e produto, pra aprender e ajustar comportamento; considerada a prática individual mais importante do guia (Ch 5).
Scrum de Scrums (SoS) — técnica de coordenação entre múltiplas equipes Scrum via reunião de representantes (Ch 10).
Shu-Ha-Ri — modelo japonês de progressão de habilidade: obedecer regras (Shu) → desviar-se conscientemente (Ha) → criar caminho próprio (Ri). Usado pra explicar quando é seguro fazer tailoring (Ch 11).
Spike — pesquisa ou experimento em janela de tempo (timebox), usado pra aprender algo crítico antes de comprometer estimativa (Ch 5).
Tailoring — adaptar uma abordagem (ou combinação delas) aos atributos específicos de um projeto (Ch 3, Ch 11).
Tempo de ciclo — tempo do início do trabalho numa tarefa até sua conclusão (Ch 5).
Tempo de resposta — tempo entre um item ficar "preparado" e o trabalho nele começar (Ch 5).
Termo de abertura ágil — documento mínimo que responde por que o projeto existe, quem se beneficia, o que "pronto" significa, e como a equipe vai trabalhar junto (Ch 5).
Termo de nomeação da equipe — "contrato social" da equipe: valores, ritmo sustentável, DoR/DoD, regras básicas de reunião (Ch 5).
T-shaped (pessoa) — especialista generalista: profundidade numa especialidade + amplitude suficiente pra ajudar em áreas adjacentes (Ch 4).
Trabalho de alta incerteza vs. determinável — determinável tem procedimento comprovado e baixo risco; alta incerteza exige exploração e colaboração de especialistas (Ch 2).
Velocidade — soma dos pontos de história de funcionalidades de fato concluídas numa iteração, usada pra prever capacidade futura (Ch 5).
WIP (Work In Progress / trabalho em andamento) — quantidade de itens sendo trabalhados simultaneamente; limitá-lo deliberadamente reduz retrabalho e expõe gargalos mais cedo (Ch 5, Ch 10).